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Lançamentos da Pointer em 2018 – parte I

O lindo “Bellini Max Bianco” pode ter acabamento mate ou brilhante. Clique para ver mais.

Sim, estou falando dos lançamentos da Pointer feitos ainda em março na Expo Revestir Sim, já passou um tempão, mas eles ainda são atualíssimos pois estão chegando somente agora às revendas, sabiam?  É o normal de todos os anos. E mais que isto, vão passar uma boa temporada conosco pois as tendências que carregam não vão ‘sumir’, ‘desaparecer’ assim ‘no ar’, em menos de seis meses. Então, estamos falando de peças super atuais, fiquem tranquilos. E é muita coisa no catálogo, tenho que dividir no mínimo em duas partes este post GIGANTE senão ele fica ENOOOORME! E aí, nem eu consigo me entender… Vamos ver?

A agradável saletinha tem uma de suas paredes revestida com “Cardume” no tom “Cinza”: design de Maurício Arruda para a Pointer.

A linha mestra deste ano na empresa é o mote “sinta-se em casa!” o que é diferente de “estar em casa”, frisa a empresa. É sobre sentir-se em casa, cada um à sua maneira. Uns se sentem bem conectados, outros, desligados. Alguns, sozinhos, outros juntos da família e de todo mundo que se gosta. Ou tudo isso. O release da empresa diz: “Inspirada na sua liberdade de escolha, a ‘Coleção Morada Brasileira – Em casa‘, traz novas e surpreendentes superfícies em cerâmica com os exclusivos Grandes Formatos Pointer. Uma coleção criada para você sentir-se em casa“. Eu achei tudo muito bonito, prático e simples, com jeitão de casa mesmo, sem extravagâncias, o que é melhor. Pouca cor, muitos azuis e tons neutros. Linguagem simples, nada de exagerado. Fácil de combinar com tudo, muito bom.

Em uma casa bem simples, o piso “Prisma” em azul com acabamento mate tem 60 x 60 cm mas é feito de quadrados de 20 x 20 cm. Clique para ver maior.

Começo com uma linha da “grife do momento”: Mauricio Arruda, convidado a criar para empresa devido ao seu sucesso na TV em programas de decoração voltados para a classe média. Saiu-se bem com estampas simples e tons quase neutros. A coleção “Singular” conta com apenas 5 peças: “Prisma“, em 60 x 60 centímetros, nas cores bege, azul e mix (mescla das anteriores). E “Cardume“, também em 60 x 60 cm nas cores azul e cinza. Segundo ele, a primeira seria uma visão de uma cidade em formas geométricas, um ‘skyline‘, uma vista aérea, um mapa. A segunda, uma visão mais “poética” que exprime movimentos através de triângulos, uma figura elementar em um fluxo de cores e tons. “Todas peças coringas que podem estar no piso ou na parede de diversos ambientes, com a intensidade que o morador desejar“. Bem básico mesmo, sem comprometer nada nem ninguém. Nem o próprio designer. 

Toda a beleza de “Bellini” no tom “Max Nero” nas paredes deste pequeno banheiro. Clique para ver maior.

Em “Bellini“, começa de verdade a apresentação do trabalho dos criadores da empresa, com uma série de boas propostas. Esta linha por exemplo, inspirada no “Terrazzo Veneziano” – que é uma composição de fragmentos de mármore em uma mistura de cimento e cal – revive a famosa granilite, em tons neutros e superfície fosca, mas que surpreende com uma edição em uma versão brilhante em ‘black‘ e ‘white‘, lindíssima. Ficou moderno e vai bem tanto em ambientes mais tradicionais quando em espaços onde ousar é a meta. Eu adorei e usaria em diversas situações. 

Elegante e super discreto: “Metropolitan” em tom branco no piso do canto de leitura.

Metropolitan” é o próprio cimento queimado em versão grande formato – 60 x 60 ou 45 x 90 centímetros – retificado – o que é ótimo! – para fazer pisos em salas ou cozinhas ou até da casa toda em ‘continuum‘. Fica belíssimo em seu tom cinza natural ou no tom mais claro, um off white chamado “branco”, simplesmente. Tem uma interessante faixa tamanho 15 x 90 cm chamada “Mosaico Metropolitan” com os tons variando em retângulos pequeninos. Ela pode fazer tabeiras, rodapés e ótimos detalhes de piso, bem como em paredes, se for o caso.

A sobriedade da sala com piso em “Grigio Clássico“. Clique para ver maior.

A linha “Clássica” é composta por diversos padrões que mimetizam diversos mármores que podem ser utilizados em diversos ambientes. Além da variação de pedras, há também o lançamento de novos formatos e acabamentos além de peças para compor que multiplicam as possibilidades de composição.

Cozinha com piso em “Calacata Apuano” e uma das paredes revestidas com mosaico “Bianco Gioia“. Clique para ver maior.

Começando por “Calacata Apuano“, baseado em um mármore clássico italiano, “descendendo” do Carrara, com um design mais expressivo e veios maiores, como é encontrado nas cavas dos Alpes Italianos na região da Liguria. Depois temos “Bianco Gioia” que é uma variante mais nova do Carrara, com veios mais orgânicos, como se tivessem movimento sobre a superfície branca. ‘Gioia‘ significa ‘alegria‘ em italiano e traduz a maior espontaneidade da natureza ao criar o ‘Bianco Gioia‘. “Crema Imperial” e “Grigio Clássico” são mármores de origem da Toscana com tons suaves e veios claros indicados para todos os ambientes da casa.

Banheiro todo em ‘Carrara Statuário‘ é um destaque da nova coleção. Clique para ver maior.

Há ainda o “Carrara Statuário“, o “Ônix Ouro“, o “Travertino Roma Branco“, o “Travertino Roma Bege“, o “Royal Marfil” e o “Pulpis Bege“. Destaca-se ainda o novo formato retangular 45 x 90 centímetros, com acabamento retificado, que expressa a sofisticação do mais clássico dos materiais, tanto pelo grande formato quanto pela possibilidade de reduzir as juntas ao mínimo e permitir criar superfícies mais contínuas.

O lindíssimo ‘Summer‘ no tom “Gold” em acabamento mate.

Reprodução de um ‘Slate‘ – pedra natural que se forma em camadas criando lâminas de rocha que, quando cortadas em lastras, revelam essas camadas e suas bordas orgânicas – “Summer” é uma linha que pode ser aplicada em ambientes externos cobertos como varandas, sacadas e livings com aberturas externas ou qualquer ambiente que busque a atmosfera solar e levemente rústica como proposta. Ou seja: é uma refinada superfície que reproduz pedra em três tons super distintos: ‘nude‘, ‘gold‘ e ‘silver‘. O tamanho 60 x 60 centímetros facilita sua aplicação em áreas sociais, o que não impede a aplicação em áreas internas como quartos, vestíbulos ou escritórios.

Em “Mediterrânea” a madeira surge como visual. Nesta linha aparecem a reprodução de tábuas de espécies das florestas do mar mediterrâneo, incluindo espécies de regiões da América do Sul, da Austrália e da costa oeste americana, com coloração clara e veios suaves, além de alguns trabalhos em madeira. Os padrões são:

O belo “Avelana” em tom ‘Castanho‘ colocado na diagonal.

* Avelana – Árvore nativa da Patagônia com tons que vão do marfim ao dourado. Suas pranchas integram-se muito bem a projetos urbanos e contemporâneos;
* Rovere – É o carvalho europeu. Sua principal característica são os veios gráficos, como se fossem desenhados paralelos um ao outro. Foi interpretado pela Pointer em versão tingida de cinza;

Olivier Chocolat‘ com um jeitão meio desgastado.

* Olivier Chocolat – Madeira centenária da Provence, cuja árvore, a Oliveira, oferece também o azeite de oliva. Apresenta veios orgânicos e pequenos nós em tons amendoados;
* Chevron – Da tradição francesa dos parquets, o Chevron é a composição de pequenas peças de madeira com as pontas chanfradas a 45 graus. Este padrão é a interpretação democrática desse parquet no formato 45 x 90 centímetros.

Pura magia: “Madeira Mineira Pátina Branca“. Clique para ver maior.

Em “Raízes” há uma linda interpretação sobre as pedras mineiras em formato de tábuas. Como se fossem madeiras, texturas e tons similares à canjiquinha, à São Tomé e a outras pedras calcárias do estado foram montadas em tamanho 15 x 90 cm e batizadas como se fossem madeiras de demolição patinadas, que é o que mais se parecem. Daí surgiram “Madeira Mineira Pátina Natural“, “Madeira Mineira Pátina Branca” e “Canjiquinha Madeira Mineira

As peças “Neo barroco” – aqui na cor branca – têm “um quê” da azulejaria das igrejas mineiras.

Compõem com paredes lindas em mosaicos em azul e branco no tamanho 30 x 60 centímetros as peças batizadas de “Neo Barroco” com grafismos e traçados mais orgânicos que lembram um pouco da azulejaria das igrejas mineiras. Além desses há também um tom em terra muito belo, além de versões menores dos pisos, em 30 x 60 cm.

O lindíssimo padrão ‘Ilheus‘ no tom “Canela“. Clique para ver maior.

Reprodução de espécies das florestas tropicais brasileiras, a linha “Tropicália” traz madeiras de lei que são duríssimas e que possuem cores que vão do castanho ao vermelho: cada uma mais nobre e rara do que a outra, ideais para serem reproduzidas em cerâmica.

A mistura de madeiras no “Tijuca Mix“. Clique para ver maior.

Em “Ilhéus” temos a reprodução do Jacarandá do piso da casa de Jorge Amado na cidade, com textura levemente rústica. “Tijuca Mix” é uma composição de tábuas de Ipê, Cedro, Angico e Jequitibá, todas árvores da Floresta da Tijuca, uma reserva das espécies da Mata Atlântica no Rio de Janeiro. Finalmente “Castanheira” é uma espécie abundante na Floresta Amazônica, que tem superfície castanha com nuances douradas e veios escuros. Todas madeira de lei com muita personalidade.

Continua…

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